recantodenana.com.br
  • Início
  • Sobre nós
    • História da Tenda
    • Umbanda
  • Orixás
    • Oxalá
    • Nanã
    • Oxóssi
    • Ogum
    • Xangô
    • Oxum
    • Iemanjá
    • Iansã
    • Obaluaiê / Omulu
    • Ibeji
  • Linhas de Trabalho
    • Caboclo
    • Preto Velho
    • Erê (Criança)
    • Esquerda
    • Linhas Auxiliares
  • Calendário
  • Contato
  • Doações
  • Blog
  • Mais
    • Início
    • Sobre nós
      • História da Tenda
      • Umbanda
    • Orixás
      • Oxalá
      • Nanã
      • Oxóssi
      • Ogum
      • Xangô
      • Oxum
      • Iemanjá
      • Iansã
      • Obaluaiê / Omulu
      • Ibeji
    • Linhas de Trabalho
      • Caboclo
      • Preto Velho
      • Erê (Criança)
      • Esquerda
      • Linhas Auxiliares
    • Calendário
    • Contato
    • Doações
    • Blog
recantodenana.com.br
  • Início
  • Sobre nós
    • História da Tenda
    • Umbanda
  • Orixás
    • Oxalá
    • Nanã
    • Oxóssi
    • Ogum
    • Xangô
    • Oxum
    • Iemanjá
    • Iansã
    • Obaluaiê / Omulu
    • Ibeji
  • Linhas de Trabalho
    • Caboclo
    • Preto Velho
    • Erê (Criança)
    • Esquerda
    • Linhas Auxiliares
  • Calendário
  • Contato
  • Doações
  • Blog

TURN

O começo de tudo

Seara Familiar Pai Matheus de Aruanda

 

A então Seara Familiar Pai Matheus de Aruanda (SEFAPAMAA) foi fundada por minha avó carnal e avó de santo, Dona Vera Fernandes Campos. Benzedeira e médium, ela trabalhava com Pai Matheus de Aruanda, Caboclo Treme Terra, Erê Sãozinha, Ogum Iara e Exu Tranca Rua da Encruzilhada.


Seus trabalhos começaram de forma simples, dentro de sua própria casa, na sala, onde os móveis eram afastados para dar espaço às giras e atendimentos. Mesmo com uma estrutura humilde, o trabalho sempre foi muito respeitado, atraindo muitas pessoas, que chegavam a formar filas para os benzimentos e consultas nas reuniões mediúnicas.


Com o tempo, Dona Vera foi desenvolvendo seus filhos de sangue, que formaram a primeira corrente da casa — daí o nome “Seara Familiar”. A Seara foi iniciada oficialmente no ano de 1989, no bairro Jardim Alvorada, na Rua Flor de Abril, nº 72.


Anos depois, Dona Vera adquiriu um lote no bairro Nacional, em Contagem, onde iniciou a construção da casa da família e do quarto de santo, carinhosamente chamado de “Quartinho”, onde ficavam os altares da Seara. Com a casa pronta, as giras passaram a acontecer no novo endereço, na Rua Sete de Setembro, nº 321, bairro Nacional – Contagem/MG.

 

Após alguns anos nesse local, Dona Vera desencarnou em 26 de julho de 1994, dia de Nossa Senhora Sant’Ana (Nanã). A Seara foi então deixada como sucessão para seu filho de sangue, Ricardo Campos, juntamente com Marli Campos, também filha, que já auxiliava nos trabalhos.


Ricardo Campos desencarnou em 13 de novembro de 2003, deixando a condução da Seara nas mãos de Marli Campos, que assumiu como zeladora. Dona Marli conduziu os trabalhos até o ano de 2020, quando, por questões de saúde, encerrou as atividades no endereço da Rua Sete de Setembro, nº 321. Ela veio a desencarnar em 6 de abril de 2022.


Antes de encerrar as giras na antiga casa da família, Dona Marli transmitiu a missão de dar continuidade à tradição a Bruno Campos, que já atuava como pai pequeno na Seara. Assim, foi dada sequência ao legado até os dias de hoje.

A mudança de nome

Quanto à mudança de nome, enquanto a Seara era formada majoritariamente por membros da família, manteve-se como “Seara Familiar”. Com o passar do tempo, pessoas sem laços de sangue passaram a integrar a corrente, enquanto alguns familiares desencarnaram ou se afastaram da religião. Permaneceram ativamente nos trabalhos minha mãe, Cirlene Campos, minha tia, Kátia Regina Campos, e eu, Bruno Campos.


Recebi a incumbência de dar continuidade à tradição pelas mãos de Marli Campos e da guia chefe da época, Vovó Tereza de Aruanda. Assim, no ano de 2020, foi iniciada a Tenda de Umbanda Recanto de Nanã, adotando um novo nome, mas mantendo a mesma raiz, compromisso, legado e fundamentos deixados por Pai Matheus de Aruanda, seus zeladores e guias espirituais.


Hoje, somamos 43 anos de tradição, fruto da caminhada dos nossos mais velhos, e sigo dando continuidade a essa história, com quase 6 anos à frente da Tenda de Umbanda Recanto de Nanã.

A história da Tenda

O terreiro e sua tradição

A TURN - Tenda de Umbanda Recanto de Nanã, foi anunciada dia 5 de outubro de 2020 em Contagem/MG, no bairro Nacional por Bruno Campos (diretor e zelador de santo), tendo como dirigentes espirituais Exu João Caveira, Pai Manoel das Matas, Caboclo Anda Lua, Erê Jorginho e Pezinho, Sr. Tiriri e Dona Tata.  

  

A TURN segue a tradição praticada por 38 anos dentro da SEFAPAMAA | Seara Familiar Pai Matheus de Aruanda (in memoriam). A Seara foi, literalmente, o meu berço — já fazia parte dela desde o ventre de minha mãe carnal.


Fundada por Vera Fernandes Campos, minha avó carnal e avó de santo, a casa era conduzida por Pai Matheus de Aruanda, Caboclo Treme Terra, Erê Sãozinha e Sr. Tranca Ruas da Encruzilhada.


Após seu desencarne, a Seara foi assumida por Ricardo Campos, seu filho (meu tio carnal e tio de santo), que trabalhava com Pai Joaquim de Aruanda, Caboclo 7 Flechas, Sr. Sete Encruzilhadas e Dona Padilha. Ao seu lado, já atuava Marli Campos — minha tia, madrinha e mãe de santo.


Com o desencarne de Ricardo, Dona Marli, também conhecida como Dindinha, assumiu a condução dos trabalhos, que por longos anos estiveram sob seu comando, ao lado de Vovó Tereza de Aruanda, Caboclo Beira-Mar, Sr. Tranca Tudo e Dona Padilha.

 

No auge da minha adolescência, recebi o convite de Vovó Tereza de Aruanda para auxiliar nos trabalhos e me preparar como pai pequeno dentro da Seara. Mesmo tendo crescido dentro do terreiro, acompanhando todos os bastidores, preparações e firmezas, foi um grande impacto — principalmente pela consciência da responsabilidade que eu estava assumindo. Ainda assim, não hesitei, pois meu amor pela Seara e pela Umbanda sempre foi incondicional.


Ao longo dos anos, tive o privilégio de aprender e me dedicar cada vez mais, trocando experiências com Vovó Tereza. Foram incontáveis horas de ensinamentos, sentado à sua frente — momentos que guardo com profundo carinho em meu coração.


Com o passar do tempo, Mãe Marli precisou interromper suas atividades religiosas na Seara, que funcionava em sua própria casa, para cuidar da saúde. Alguns meses antes de seu desencarne, ela me pediu que seguisse meu caminho espiritual, mas já não poderia ser naquele espaço que, por tantos anos, foi a Seara. Hoje, compreendo o porquê: havia um novo caminho se abrindo à minha frente.


Pouco tempo depois, a Seara foi definitivamente fechada em seu antigo endereço, no bairro Nacional, próximo à Igreja Católica São Vicente de Paula, e suas atividades foram encerradas por completo. Toda a estrutura foi desfeita, marcando o fim de um ciclo — e, ao mesmo tempo, o início de outro.


Diante dessa situação, iniciou-se uma verdadeira avalanche de emoções: medo, insegurança e muitas dúvidas tomaram conta de mim. Questionamentos como o que fazer, como fazer, para onde ir e, principalmente, como conduzir um ritual sozinho, apenas com meus guias, sem a presença da minha mãe de santo, ecoavam constantemente em minha mente.


Foi nesse momento de desespero que Nanã se fez presente, trazendo acalento e direção. Mostrou que tudo ficaria bem, que os caminhos iriam se ajustar e que, dali em diante, estaria à frente de tudo.


No dia 05 de outubro de 2020, começaram a chegar, desde as menores até as maiores instruções sobre como esse novo trabalho deveria ser conduzido — sempre com a orientação de manter e preservar a tradição de 38 anos deixada pela Seara. Ali nascia a TURN | Tenda de Umbanda Recanto de Nanã, junto com suas diretrizes e fundamentos.


Iniciou-se, então, a busca por um local que pudesse abrigar esse recomeço. No entanto, esse período foi marcado por muitos desafios, principalmente o preconceito e as constantes negativas ao revelar o propósito da locação. Durante quase um mês, percorremos diversos imóveis; muitas vezes, quando tudo parecia certo para fechar, surgia algum impedimento e o acordo era desfeito.


Após tantas recusas e dificuldades, Sr. João Caveira manifestou-se, orientando que a Tenda fosse aberta de qualquer forma, em qualquer lugar. Havia a necessidade de iniciar os trabalhos, de colocar as energias em movimento, que até então pareciam estagnadas.


Realizamos nosso primeiro ritual no dia 07/11/2020, em Chapada de Ouro Preto. O local tem como padroeira Santa Ana (Sant’Ana) — e nada é por acaso. Naquele momento, não sabíamos dessa informação; só descobrimos depois. Desde então, ficou claro que Nanã, em seu sincretismo com Sant’Ana, já nos guiava e abençoava desde o início.


À beira de um rio, cercados pelas matas de Oxóssi, vivemos um momento marcante: nesse dia, Sr. João Caveira — o primeiro guia a se manifestar na abertura oficial da Tenda — confirmou que ali nosso trabalho estava aberto e firmado, orientando que, a partir dali, deveríamos continuar a correr gira até encontrarmos um local definitivo.


Nossa segunda gira aconteceu no dia 21/11/2020, na casa de antigos filhos da Tenda, que nos acolheram com muito carinho, cedendo o espaço para que pudéssemos dar continuidade aos trabalhos. Ali recebemos também o convite para permanecer até que encontrássemos nosso chão definitivo.


A partir desse ponto, iniciou-se uma busca intensa por um imóvel que aceitasse nossa atividade. Como já era esperado, enfrentamos muitos “nãos”, além de diversas visitas frustradas a locais que não ofereciam condições mínimas para a realização do nosso trabalho.

Foi então que uma filha da casa encontrou o nosso primeiro espaço: na Av. João César de Oliveira, nº 1130, salão dos fundos, em Contagem, praticamente ao lado do Big Shopping. No dia 26/12/2020, realizamos a mudança e, no mesmo dia, organizamos tudo e realizamos nossa terceira gira.


Permanecemos nesse local por quase um ano, até recebermos a notícia de que precisaríamos desocupar o imóvel, pois o lote havia sido vendido e seria demolido para a construção de um novo prédio.


Mais uma vez, o medo se fez presente, principalmente pela dificuldade já conhecida de encontrar um espaço que aceitasse nossa atividade religiosa. Iniciamos uma nova busca, agora com menos de um mês para desocupar o imóvel, e com a necessidade urgente de um local para acolher tudo o que já fazia parte da Tenda.


Foi então que um de nossos filhos encontrou o imóvel que viria a ser nosso novo endereço, localizado no bairro Novo Progresso, na Rua Leni Amaral, nº 311, sobreloja, em Contagem/MG.

Ali vivemos quatro anos de muito trabalho, crescimento e amadurecimento — tanto da Tenda quanto dos médiuns. Porém, mais uma vez, nos vimos diante de um novo desafio: o imóvel foi colocado à venda, sem possibilidade de renovação ao final do contrato vigente.


Apesar da incerteza, essa notícia também trouxe entendimento. Já enfrentávamos algumas situações de desgaste com vizinhos, muitas vezes marcadas por preconceito, ainda que velado. Assim, compreendemos que era mais um movimento necessário dentro da nossa caminhada.


Mais uma vez, com a graça de Deus, dos Orixás, guias e protetores, encontramos um novo espaço — ainda melhor — para dar continuidade aos nossos trabalhos.


Hoje, nossa casa se encontra renovada, com uma nova energia, localizada na Rua Regina, nº 316, salão 01, bairro Pedra Azul, em Contagem/MG.


Deixo aqui minha profunda gratidão a toda espiritualidade, aos nossos Orixás, aos guias chefes do nosso congá e a todos os guias trabalhadores da casa, que nunca nos desampararam e sempre nos conduziram pelos caminhos corretos.


Agradeço também a todos que passaram pela TURN e contribuíram, de alguma forma, para a construção desse trabalho. Aos filhos da casa e à nossa diretoria, minha gratidão pelo empenho incansável em prol da caridade.


Axé!

Congar Tenda de Umbanda Recanto de Nanã

A bandeira da TURN - o nosso Lótus

 

A flor de lótus nasce nas águas de lagos e lagoas, emergindo do barro e do lodo — elementos que também fazem parte do ambiente natural de Nanã, assim como os manguezais. Suas raízes permanecem submersas, mas, a cada amanhecer, a flor se eleva acima da água, abrindo-se para a luz, e ao anoitecer se recolhe novamente.


Ela está associada à pureza, à sabedoria, à fertilidade, ao nascimento e ao renascimento — atributos que também pertencem à vibração de Nanã.


O grande simbolismo da flor de lótus está justamente em sua capacidade de atravessar a escuridão e, ainda assim, florescer limpa, bela e íntegra. É a expressão do renascimento. Todos os dias, ao emergir das águas lodosas, ela busca a luz, trazendo consigo uma mensagem de elevação espiritual e transformação.


Que Nanã esteja sempre à nossa frente, conduzindo nossos caminhos, promovendo o renascimento de nossas vidas espirituais sob sua proteção e abençoando cada passo da nossa caminhada.


Salubá Nanã!

As 7 Linhas TURN e sua Tradição

"As 7 linhas de Umbanda são interpretadas de formas diferentes de acordo com cada tradição e doutrina, essas são as 7 linhas que cultuamos dentro da TURN."


Nossa casa tem como doutrina a Umbanda chamada de ‘Umbanda Tradicional/ Popular’, mas o que é isso? Umbanda Tradicional/ Popular é uma das vertentes mais antigas, fruto de uma mistura dos rituais de macumba que existiam no Rio, junto aos orixás, santos e entidades específicas. Nessa vertente temos como maior referência o Caboclo das 7 Encruzilhadas, Pai Antônio e orixá de Malet, que se manifestaram através da mediunidade de Zélio Fernandino de Moraes.


Nessa vertente temos o sincretismo religioso dos Orixás na imagem do santo católico, mas o Santo não é o Orixá, são forças diferentes, há apenas a representatividade. Onde temos as 7 Linhas de Umbanda divididas em: Oxalá, Omulu, Xangô, Oxóssi, Ogum, Ibeji e Povo D’Água que são as Yabás: (Nanã Buruquê, Iemanjá, Oxum e Iansã), um total de 10 orixás cultuados em nosso congar. Sua maneira de culto vai variar de casa para casa, mesmo dentro da mesma vertente haverá diferenças na forma de culto. Ao lado deixamos nossa representação das 7 linhas praticadas dentro de nossa tradição.

Nessa vertente temos também as linhas de trabalho, sendo elas divididas em Linha de Direita e Linha de Esquerda, mas direita e esquerda não querem dizer aquilo que é bom ou ruim, é apenas questão de polaridade energética, onde a direita irradia energias, é pulsante e agregadora enquanto temos a esquerda que é absorvedora, telúrica e mais densa, de forma resumida.


Sendo o tripé principal da direita: Caboclo, Preto Velho e Criança, já na esquerda o tripé principal: Exu, Pomba Gira e Mirins, sendo estes dois tripés a sustentação para os trabalhos, tendo além dessas linhas principais, linhas auxiliares a exemplo: baianos, boiadeiros, marinheiros e ciganos.

Dentro da Tenda não há ninguém melhor do que ninguém, nem ninguém pior do que ninguém, aqui dentro todos são iguais.


Exu João Caveira

Mapeamento das Comunidades Tradicionais

Estamos presentes no Mapeamento das Comunidades Tradicionais de Contagem/MG, na regional Eldorado (onde o terreiro começou) e na regional Ressaca (onde estamos nem nosso atual endereço).

Linha do Tempo da SEFAPAMAA para a TURN

    • Início
    • História da Tenda
    • Umbanda
    • Contato
    • Doações
    • Blog

    recantodenana.com.br

    Rua Regina, 316 (salão 01), Pedra Azul, Contagem - Minas Gerais, 32183-220, Brasil

    (31) 99517-2920

    Copyright © 2026 recantodenana.com.br – Todos os direitos reservados.

    Desenvolvido por

    Este site usa cookies.

    Usamos cookies para analisar o tráfego do site e otimizar sua experiência nele. Ao aceitar nosso uso de cookies, seus dados serão agregados com os dados de todos os demais usuários.

    RecusarAceitar

    Um saravá fraterno!

    Bem-vindo(a) ao terreiro roxinho!

    Que Nanã lhe abençoe grandemente.